quinta-feira, 14 de junho de 2012

Famílias modernas na mídia


Não é de hoje que as famílias modernas fazem parte da nossa sociedade. Então nada mais justo que também sejam representadas nos meios de comunicação. Através de filmes, séries, programas de TV e comercias. Vejam a seguir alguns exemplos.

No Cinema:

Minhas mães e meu pai 





Casadas há quase 20 anos, Nic (Annette Bening) e Jules (Julianne Moore) conceberam os seus dois filhos, Laser (Josh Hutcherson) e Joni (Mia Wasikowska), por inseminação artificial. Joni vai completar 18 anos, está na hora de se mudar para o campus da faculdade, e por legislação já tem idade para solicitar à clínica médica os dados do homem que doou o esperma. É Laser quem implora a Joni para procurá-lo. Os adolescentes descobrem então Paul (Mark Ruffalo), e a ordem na família entra em desarranjo. O filme é de 2010, com o roteiro e a direção de Lisa Cholodenko. 


Os seus, os meus, os nossos



Frank Beardsley (Dennis Quaid) e Helen North (Rene Russo) são dois ex-namorados que se reencontram trinta anos depois. Eles estão viúvos e decidem se casar, só que ele tem oito filhos e ela tem dez, sendo que as duas famílias não conseguem se entender, pois os Beardsley são disciplinados e para os North não existem regras. Tentando resolver os problemas, Frank e Helen criam um plano que fará com que todos tenham que trabalhar juntos. O filme de 2005, dirigido por Raja Gosnell, é uma refilmagem do homônimo Os Seus, os Meus e os Nossos (1968).
  
Na TV:

Modern Family

A sitcom segue a vida da família Pritchett, composta por três ramos familiares bem diferentes: Jay Pritchett (Ed O'Neill), sua filha Claire Dunphy (Julie Bowen) e seu filho Mitchell Pritchett (Jesse Tyler Ferguson). Enquanto Claire tem uma família tradicional com seu marido Phil Dunphy (Ty Burrell) e seus três filhos, Jay é casado com Gloria (Sofía Vergara), uma colombiana muito mais nova que ele, ajudando-a a criar seu filho, Manny (Rico Rodriguez), e Mitchell vive com seu parceiro Cameron Tucker (Eric Stonestreet) criando sua bebê vietnamita Lily. A série foi criada por Christopher Lloyd e Steven Levitan. Produzida pela Fox Television Studios, começou a ser exibida em maio de 2010 no Brasil, pela Fox, passando toda segunda-feira às 22h.


Novas Famílias 

Família é tudo igual, mesmo quando é diferente. A série Novas Famílias, dirigida pelo premiado documentarista João Jardim a partir de uma ideia criada pela equipe do GNT, mostra em cinco episódios histórias de famílias que fogem das composições tradicionais, mas mantêm o amor que une os pais aos seus filhos.O Programa foi ao ar durante o mês de março de 2012. Para saber mais ou ver alguns videos acesse o site  do programa.



Campanha publicitária:

Famílias - Nebacetin 




Em 2008 no intervalo da novela das oito fomos surpreendidos por uma propaganda da pomada Nebacetin pra lá de ousada e com a seguinte chamada "As Famílias mudam. O jeito de cuidar não". No decorrer do comercial vários tipos de famílias eram retratadas, entre elas uma família gay com um filho de colo.
Como parte da campanha a marca também lançou uma versão moderna do famoso "Jogo da vida". Podendo ser encomendada pelo site da pomada. 
Ele é grátis, você só paga o envio.



Fontes: Adoro Cinema, Omelete, Nebacetin e GNT

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Separação, como ficam as crianças?






Faz tempo que filhos de pais separados deixaram de ser uma exceção na sociedade, porém, este tipo de família continua fazendo parte das que se encaixam nas consideradas famílias modernas.
Apesar de ser uma questão antiga, muitos pais e filhos sofrem com essa realidade, onde o mais importante é saber lidar com a situação, o que ainda é algo difícil e que requer alguns cuidados. Vivendo dessa maneira, a criança passa a ter duas casas e, algumas vezes, duas vidas.
Por se tratar de dois ambientes distintos, a criança pode sentir uma certa dificuldade na hora de administrar essa condição. Conviver com regras e relações familiares diferentes quando estão em uma das duas casas, pode influenciar a postura que a criança terá nos dois ambientes.
Outro fator determinante para a vida da criança após a separação é o convívio com outros membros que podem fazer parte de suas novas famílias. Em alguns casos, a aceitação de padrasto, madrasta e/ou meio-irmão se torna algo extremamente complicado. O importante é sempre haver diálogo entre as partes envolvidas para que a criança em momento nenhum se sinta excluída ou desvalorizada.
Mesmo que não convivendo juntos, os pais ainda têm algo em comum: o amor pelo filho. E isso será o diferencial. As atitudes de ambos terão a finalidade de fazer o herdeiro feliz e a partir daí, esquecerão toda e qualquer desavença e mudarão de postura em função da felicidade do filho.


Foto: Cristiane Quintas
Fonte: Vila filhos e Revista Crescer

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Famílias não convencionais - dicas para conversar com seu filho


Diante desta variedade de tipos de famílias, todas muito respeitáveis, é preciso preparar as crianças para conviver com coleguinhas de núcleos diversos. Afinal ninguém quer e nem merece ser motivo de discriminação ou piada. As crianças de hoje vivem numa realidade social de grandes transformações.
A criança moderna está inserida em uma nova realidade social, com a qual ela vem interagindo desde que nasceu. A facilidade para compreender ou se adaptar às novas formas de famílias vai depender do meio em que ela se encontra. É preciso saber se estas questões são discutidas no ambiente escolar, se o olhar às diferenças é estimulado com foco no respeito e no amor e se os pais ou familiares ajudam a criança a amar as pessoas pelos que elas são.
Também é importante lembrar que a criança é um ser em desenvolvimento, que precisa dos adultos ensinando valores e princípios, ajudando-a a se adaptar às transformações da realidade em que ela está inserida. Desta forma, pais que demonstram preconceitos e ideias conservadoras a respeito das novas configurações familiares, ou até mesmo das tecnologias utilizadas para a gestação de um filho (inseminação artificial), ou também adoção, tenderão a passar estes preconceitos aos filhos, dificultando assim a sua compreensão e adaptação.
É importante dizer à criança que o amor entre as pessoas do mesmo sexo pode existir. E, quando isso acontece, elas querem se casar e às vezes desejam ter filhos. Pode também explicar que alguns pais casam ou têm filhos e por algum motivo do mundo adulto eles desejam se separar ou viver em casas separadas e que isso jamais mudará o status de pai e mãe daquela criança.
Se souber que seu filho zombou ou destratou algum coleguinha, não permita. Converse com ele e reforce a importância de se respeitar as diferenças. Os pais devem ensinar que ao agir assim, ele machuca, ofende e deixa o amigo triste.

Foto:
 Felicia Renee
Fonte: mdemulher, udemo e Revista Crescer