Faz
tempo que filhos de pais separados deixaram de ser uma exceção na
sociedade, porém, este tipo de família continua fazendo parte das
que se encaixam nas consideradas famílias modernas.
Apesar
de ser uma questão antiga, muitos pais e filhos sofrem com essa
realidade, onde o mais importante é saber lidar com a situação, o
que ainda é algo difícil e que requer alguns cuidados. Vivendo
dessa maneira, a criança passa a ter duas casas e, algumas vezes,
duas vidas.
Por
se tratar de dois ambientes distintos, a criança pode sentir uma
certa dificuldade na hora de administrar essa condição. Conviver
com regras e relações familiares diferentes quando estão em uma
das duas casas, pode influenciar a postura que a criança terá nos
dois ambientes.
Outro
fator determinante para a vida da criança após a separação é o
convívio com outros membros que podem fazer parte de suas novas
famílias. Em alguns casos, a aceitação de padrasto, madrasta e/ou
meio-irmão se torna algo extremamente complicado. O importante é
sempre haver diálogo entre as partes envolvidas para que a criança
em momento nenhum se sinta excluída ou desvalorizada.
Mesmo
que não convivendo juntos, os pais ainda têm algo em comum: o amor
pelo filho. E isso será o diferencial. As atitudes de ambos terão a
finalidade de fazer o herdeiro feliz e a partir daí, esquecerão
toda e qualquer desavença e mudarão de postura em função da
felicidade do filho.
Foto: Cristiane Quintas
Fonte: Vila filhos e Revista Crescer

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