Diante desta variedade
de tipos de famílias, todas muito respeitáveis, é preciso preparar as crianças
para conviver com coleguinhas de núcleos diversos. Afinal ninguém quer e nem
merece ser motivo de discriminação ou piada. As crianças de hoje vivem numa
realidade social de grandes transformações.
A criança moderna está
inserida em uma nova realidade social, com a qual ela vem interagindo desde que
nasceu. A facilidade para compreender ou se adaptar às novas formas de famílias
vai depender do meio em que ela se encontra. É preciso saber se estas questões
são discutidas no ambiente escolar, se o olhar às diferenças é estimulado com
foco no respeito e no amor e se os pais ou familiares ajudam a criança a amar
as pessoas pelos que elas são.
Também é importante
lembrar que a criança é um ser em desenvolvimento, que precisa dos adultos
ensinando valores e princípios, ajudando-a a se adaptar às transformações da
realidade em que ela está inserida. Desta forma, pais que demonstram
preconceitos e ideias conservadoras a respeito das novas configurações
familiares, ou até mesmo das tecnologias utilizadas para a gestação de um filho
(inseminação artificial), ou também adoção, tenderão a passar estes
preconceitos aos filhos, dificultando assim a sua compreensão e adaptação.
É importante dizer à
criança que o amor entre as pessoas do mesmo sexo pode existir. E, quando isso
acontece, elas querem se casar e às vezes desejam ter filhos. Pode também
explicar que alguns pais casam ou têm filhos e por algum motivo do mundo adulto
eles desejam se separar ou viver em casas separadas e que isso jamais mudará o
status de pai e mãe daquela criança.
Se souber que seu
filho zombou ou destratou algum coleguinha, não permita. Converse com ele e
reforce a importância de se respeitar as diferenças. Os pais devem ensinar que
ao agir assim, ele machuca, ofende e deixa o amigo triste.
Foto: Felicia Renee
Fonte: mdemulher, udemo e Revista Crescer
Foto: Felicia Renee
Fonte: mdemulher, udemo e Revista Crescer
Nenhum comentário:
Postar um comentário